Ao meu lado, segue minh'alma. Do lado do corpo. Fora. E observa-me, o espírito. Tangencia-me em 3,1416. Segue-me. Anja-me.Pastora-me. Trans-lúmina-essência, Ímã de mim mesmo, assombra-me.
Eram sete, as chaves
que abririam a imensidão
a primeira, a caixa branca
a segunda, a solidão
a terceira, a alma franca
a quarta, toda ilusão
a quinta, a pequena tranca
a sexta, o X da minha equação
a sétima?...fica ao mistério
da nossa imaginação...
Como na vida, por aqui, ou no "FB" nada é mais do que antes, tudo é velho, tudo se prevê vem e passa, vira escombros
uma coisa se sobrepõe à outra o que era novo e sui generis, agora dá-se aos ombros... Todo passado vai ao baixio se afoga rapidamente, soterrado inclemente, vira puro extravio... Por aqui, como na vida quando vem o dito novo o velho já é coisa banida... o que agora se exorta num átimo ,não mais nos importa sucumbem-se em si mesmos enterra-se e fecha-se a porta...
Perpasse tangencialmente o estirante contornando o laço à frente Segure as pontas para não entortar bem como na vida da gente... Com um dos dedos da mão direita estique e segure a fita estreita olhando sempre adiante como quem "tipo", espreita... Prenda firme no pescoço não importa se velho ou moço e já verá um esboço o nó de uma vida se aproxima bela figura, quanta estima, te sentirás um pequeno colosso ! Dê duas voltas assimétricas segure o fôlego, esqueça o poço porque agora falta pouco pra de repente, ficar louco e cair numa crise histérica.. E, se não vier a conseguir um nó e lenvantou somente muito pó comece tudo de novo tente botar em pé, um ovo tenha em mente o espelho à frente siga tentando bravamente dê logo esse nó, meu amigo ela chega até o umbigo, é só um nó...Tenha dó !
Ave Marias todas, mães dos cristos, filhos todos de muitos pais... Encha-nos os bornais, com tua graça, esparja-nos todo teu Senhor que te habita... Bendita é vossa terra-ventre, que sempre deu de todo fruto, nem sempre todos como teu filho prodigioso, Jesus... Santas de vários nomes todos, que és mãe de ti mesma chora e ora por todos os que lhe saíram e sairão, mais ou menos dias, inexoravelmente... que venham sem pecados, ou o mínimo que lhes caberão à sua sorte desvia-nos daquelas que nos atinge a alma, a falta do perdão, da caridade, da misericórdia o amargor da verdadeira morte,
Dorme criança, o teu sono brando tens o sono que é dos justos dorme que o futuro é incerto sabes o coração aberto desde que nasceste, até quando lhe virão perversos sustos...
Dorme criança, o teu sonho alegre que o sono é longo, mas a vida é breve deixa, criança, o teu peito aberto tem o coração sempre esperto pois, por enquanto és quente como, d'onde viestes, era o ventre...
Sonha criança, o teu sonho certo de um porvir lúcido e contente teu olhar pequeno, ainda é perto pois és nada mais, tênue doce semente...
Dorme criança, o teu sono é casto qual a pluma que te aquece e cobre que o sonho é brilhante e nobre d'um colorido perene e vasto que se guarda seguro em alabastro...
Dorme criança, teu sono quietinho inda o dia vem tímido e lento recolhe-te por hora, em teu ninho protege-te do implacável vento dorme e não ouças o meu lamento...
a morte ou a sorte, não tem porte de arma nem sequer passaporte aqui está a questão de karma ou darma minhas mágoas vestem anáguas na santa ceia não tinha seios tem um naco dum taco dentro dum treco no beco do macaco muito louco é pouco atiraram no filho do Porfírio
corrupção, corro pra ação eu nado vestido de nada parido pelo par ido que não volta de volta já, mais nem, falo jamais tenho a impressão que não tenho coração sem mentes pintadas coradas de tesão muito menos um fígado fidalgo figo podre dum algoz que estúpida mente anda atrás do mágico de Oz ?
morro de tédio do seu assédio quando subo o morro de gorro agarro seus pêlos pêlos seus, pelos meus, pelos nossos cotovelos o creme derramado do derradeiro amado dedou o crime apontou o dedo em riste cave sua paz com suas pás e não desiste dessa vitamina anfetaminana
será pião de obreiro quando o beijo do boiadeiro for da bóia ao brejo ? torniquete de cérebro massa de tomate ambulante antes que sólido fique solidifique a massa andande ma non troppo mergulhei no orgulho gorgulho escroto de esgoto Fiat lux de suborno sub morno debulho o filho do Andrada saiu na parada muito louco está solto morreu de tédio, a poesia sobrou o médio,a anestesia afogada na pós-maresia de um mar tentáculo revolto em melancólica nostalgia só digo os códigos de qualquer alegria muito louco é pouco...
Uma visão anato-artística-transcendente da teoria da Dobra Espacial (Warp Drive) - Parte 1
C U B O Q U A D R A D O U B O Q U A D R A D O D B O Q U A D R A D O D A O Q U A D R A D O D A R Q U A D R A D O D A R D U A D R A D O D A R D A A D R A D O D A R D A U D R A D O D A R D A U Q R A D O D A R D A U Q O A D O D A R D A U Q O B D O D A R D A U Q O B U O D A R D A U Q O B U C
quando ouço Bill Evans,lembro New York até do teu pescoço branquinho. Voce sabe...ou não lembra ? porque a cada acorde resoluto estremeço adrenalinicamente óbvio, dor de barriga pelo e pele e curva e alcova e soul teu cheiro na minha barba, minha cova subway do teu sorriso no meu estômago fico nanico, pago esse mico ...aí ?...vai ou não ?... que coisa ! será que teu sorriso não sai mais de um sol com a 4ª no baixo ? é droga...só pode ser !...ácido lisérgico esse trio não é moleza, só destreza e quero mais à dois, com talheres ao fundo eu vou pro fundo do teu olhar passado na Broadway com 5ª nosso cenário é a Greenwich Village putz !...começou o solo do baixo... fico muito puto com tanta baixaria...ou seria a tua BRUXARIA ? [please, driver... get on left, to 46 Street I left my heat on her heart, sorry… nothing more to do…] quando ouço o Bill de novo te lembro e morro sozinho no Central Park, China Town Voce não vem ?...Também não vou... estamos resolvidos em Si sustenido... ah !...que besteira !...isso é um Dó !
II
Levanto e misturo café com pasta de dente newspaper com sanduíche de queijo-quente Me sinto vulnerável igual September11 ainda levanto pra escrever bobagens de novo ouço Bill Evans, e traço linhas sem conduta nenhuma mesmo pura porralouquice, meninice mesmo... miseravelmente louco, babo um pouco me desespero e espero seu triângulo pelúcia amaciada com Confort... a gente bem que podia se encontrar pra namorar um cup of coffee whit Bourbon naquele bar em frente ao Metropolitan... peraí !...D dim/9...G7+/A...C7+/G ficou legal ?...sei não...meio blasé... Não consigo esquecer daquelas pernas se Bernstein tivesse vivo, faria uma sinfonia pra elas... ta bom...ta bom...faço eu, então no mínimo uma Sonata elas valem “Sonata Nº 5 , per tue gambe...”
III
Preciso ir até Down Town... O que me faz voltar pra cama é poder escrever, tocar, beber, amar et coetera e tausssssss...