terça-feira, 25 de janeiro de 2011

verossímil


tuas linhas
teu sorriso
teu rosto
e teu toque [que nunca tive, nem ainda e nunca...]

fogem-me à memória...

o que me resta é um torpor
do não feito
do não provado
do sim refreado [que deveria ter tentado...]

vejo ainda que tênue
em ângulo obtuso
um leve alvitre
revelado em preto e branco,
qual foto que admite

de um sólido sorriso
entre olhos
nossos, geométricos
entre um e outro, aviso
[que se disseram possíveis...]

tomam-me à euforia
sentir o que senti, de novo
somente em mente
próspero de alforria

verossimilhança
d’uma infinda dança
nunca dançada, semi-inacabada
[como sinfonia sincopada...]

8 comentários:

Henrique Pimenta disse...

o geômetra tem em sua pauta:

amor

L. Rafael Nolli disse...

Joe! Uma sinfonia!

Kiro Menezes disse...

"Semi-inacabada"...

Feito a vida e desejar paixão...

Tua poesia, teu coração!!!

Joe_Brazuca disse...

grato,poetas !

abraço

Joe

Bela Ju disse...

lindo de+

Joe_Brazuca disse...

obrigado, Bela Ju...gostei que tenha gostado !

abs

Albuq disse...

lINDO

Joe_Brazuca disse...

:))