sexta-feira, 14 de maio de 2010

Engenharia do Incerto


Nasce a incerteza pós-parâmetro
no paralelismo da irregularidade
O instante escondido entre intervalos
Enigma rígido da realidade

Improvável é mensurar a natureza
Nosso limite é o vazio...
Em frente à imensidão azul do mar
sou como a formiga que no pão dormiu !

E se retas paralelas se cruzarem no infinito?
Cem por cento é margem de erro
No caixão da ciência ecoa um grito
Entre o piso acabado e o inferno
a interrogação é o aterro !

4 comentários:

BAR DO BARDO disse...

Bom trabalho, engenheiro!

Adriana Godoy disse...

Essa mistura de construçao com poesia às vezes dá certo! Mais um, Tomaz! Bj

Barone disse...

Poema engenhocado.

Kiro Menezes disse...

Poetisaste belamente, infinitamente grande é tua vista nesse quadro arredondado que é nosso pequeno mundo!!!