quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

imagem: blog.cancaonova.com

Ela sabia de todas as fontes dos meus medos,
conhecia cada passo que eu dava.
E eu lembrava de cada curva de seu corpo,
pois havia deslizado cada dedo meu sobre sua pele.

Mas eu seguia a vida sem me preocupar com isso:
não admitia interferências na minha existência,

a não ser a dos meus próprios pensamentos,
e daqueles mesmos medos,
e de tantos outros sentimentos que escondia,
que também não admitia,

mas que suportava
infinitamente
em cada momento da minha vida...

4 comentários:

Cíntia Thomé, Escritora e Poeta. disse...

Muiro bom teus versos de tristeza. Muito Bom

Aproveito e desejo Boas Novas no Próximo Ano
e Paz!


Cíntia Thomé

Ana Cristina Cattete Quevedo disse...

As vezes nos trancamos em ilhas para nos proteger...é da natureza humana.

Beijo fraterno

=)

Joe_Brazuca disse...

o que me assola, são essas dependências que sobram...e a gente se preocupa, inevitável...

excelente !

Vieira Calado disse...

Olá, bom dia!

Andei por aqui a ler.
Achei o blog interessante e variado.

Saudações desde Lagos.