sábado, 1 de agosto de 2009

Palavra

A palavra é banal
Mas todo mal que dela provém
Não se sustenta
Em uma língua seca

A palavra, mal dita,
Banal, ressuscita o verbo,
A verve que tua boca,
Resseca

A palavra, então,
Maldita,
Te apimenta a língua
Em lembranças meninas

E em teus lábios renasce
Palavra
Afinal

7 comentários:

BAR DO BARDO disse...

É, Barone, uma boa pimentinha na língua e tchum: o mistério da palavra floresce!

Metalinguístico até o tutano.

Bom!

Valeu!

Adriana Godoy disse...

Ea palvra renasce em seus versos. Beijo.

Renata de Aragão Lopes disse...

Bem dita.

Cris Animal disse...

Oi Barone!
Voltando ao meu blog e ao blog de meus amigos.

Hmmmmmmm....palavras! Elas nunca são ditas como gostaríamos e os outros nunca entendem como imaginávamos. Estou começando a achar que cada ser humano fala um idioma, desenvolve um dialeto particular e sem tradução.
Depois dizem que os animais não falam...ow ow
beijo pra vc

Alice Salles disse...

Afinal, não morre
no final.

Tenório disse...

Sensacional!!

Flávia Muniz disse...

uau!!!!!!!!