sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

coletivo de vanguarda

é só clicar na imagem pra ampliar

15 comentários:

Cosmunicando disse...

lindo Flávia! vim até esses confins pra te ler e valeu =)
parabéns pela estréia
beijo

Audemir Leuzinger disse...

muito bonito. tudo. encantamento.

Cafundó disse...

Um poema forte, cheio de vida, setas e descobertas.
Um poema com sabor.
Parabéns, poeta!
"E que a arte nos aponte uma resposta mesmo que ela não saiba porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer."

Adriana disse...

Me lembrou Guimarães Rosa. Interesante seu texto.

Adriana disse...

Interessante!!!

L. Rafael Nolli disse...

E ainda por cima ficou interessante a apresentação visual do texto! Bacana!

Tenório disse...

Não entendi nada. Mas senti tudo. Obrigado por me fazer sair do mesmo, do linear.

fernando disse...

ei flavinha!

também estava ansioso
para lê-la, senti-la
e
bateu tão forte
esse poetar-vida
esse sentimento-mundo
esse estar
que é onda curadora
de nosso
próprio tratamento
intensivo...

emoção
é tudo o que sinto
ao ler
e compreender
a grandiosidade
do seu gesto!

valeu!

Flávia Muniz disse...

Agradeço a todos!!!!
É mesmo inspirado em Guimarães e além-Guimarães.
valeu!

Compulsão Diária disse...

Deu trabalho sair da imagem manuscrita, bela e triste. A beleza pode ser triste? Deve poder porque ela dá durabilidade ao efêmero . Espécie de luto.
Gostei do poema, alfinete no nervo exposto da poesia

Vera Pinheiro disse...

Gostei de clicar na tua palavra para adentrar na sensibilidade que te expressa.

Barone disse...

Muito bom Flávia.

Rachel Souza disse...

Um bilhete escrito em tinta... :)

Olhos de Folha Minha disse...

Um sabor, aquele que vc plantou:o Possível...

Bárbaro!
Cresceu dentro de mim o possível.

ab

J.F. de Souza disse...

Oraora... Fui dar uma geral no teu blog, moça Flavia... E eis que encontro o link pra cá! Não conhecia este espaço... Interessantíssimo!

E... Poxa... Que beleza de escrito, esse teu, qrida... =)

=*