sábado, 28 de janeiro de 2012

Manga Terena







Amarelinha ao chão;
Marcas de guelras
na manha encontro.






6 comentários:

Márcia de Albuquerque Alves disse...

belo!

Adriana Godoy disse...

Beleza, Felipe. Beijo

Wacinom disse...

O mais com menos.
só pra constar.
inté...

Quintal de Om disse...

as pequenezas
sabem tão bem ser gradiosamente (e)ternas
e te(r)renas.

Meu abraço,
Sam

L. Rafael Nolli disse...

Belo poema.

João Luis Calliari Poesias disse...

Felipe, obrigado pela sua intervenção no "anständiges Brot". A poesia cumpre seu papel. Abraço!