sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sobre Poemas e Flores

imagem: ulyssesteixeira.wordpress.com


Poemas são como flores:

Os plantamos,
os regamos por uma vida.

E eles crescem,
florescem,
e morrem,

para serem admirados

por outros.

5 comentários:

L. Rafael Nolli disse...

Estou inteiramente de acordo, Diego! É isso mesmo!
Abraços.

Domingos Barroso disse...

Oxalá que os outros
não morram tão cedo.

Forte abraço,
camarada.

zazá lee disse...

Que delícia ter poetas á minha volta!
Obrigada.

Victor Meira disse...

Pro autor, o poema é natimorto. Só tem vida na concepção e durante a gestação.

Depois, infla-se de uma espécie de vida alheia, eventualmente, quando lida.

Aliás, não, é injusto: julgo que, pelos olhos do leutor, infla-se de uma vida muito mais viva, às vezes, do que a que brandia na concepção e gestação. E não (novamente): não é uma fé cândida; é experiência própria como leitor (e mais uns quinhões de análise, dedução e uma boa desconfiança).

Hercília Fernandes disse...

"...
para serem admirados
por outros".

Belas reflexões conceituais, metalinguísticas.

Gostei muito do poema, Diego.
Beijo,
H.F.