quinta-feira, 1 de abril de 2010

Poema

Que nos permitam jardins secretos
Por entre este deserto de sentidos
Pássaros no olhar em meio ao caos

Que possamos respirar o infinito
Em meio a este mar de negrume
Olhos de anjo por entre os chacais

Que sejamos como vento leve
A acariciar o inquieto furacão
Audazes na cegueira eterna

9 comentários:

Dan disse...

Este poema é especial e tem o seu jeito. Adorei a forma de atravessar a cegueira do caos - flutuando audaz e respirando sublime o infinito - com os pássaros no olhar e a alma de anjo. Muito bom!

Renata de Aragão Lopes disse...

"Que nos permitam jardins secretos
Por entre este deserto de sentidos"

Lindo!

Sandra disse...

OLA!!
BOA NOITE.
ACESSE ESTE ENDEREÇO E VEJA SE CONECE ESTA LINDA PESSOA.
http://sandraandradeendy.blogspot.com/

SE GOSTAR DE LÁ..DEIXO O CONVITE PARA SER MINHA SEGUIDORA.
FICAREI FELIZ COM A SUA PRESENÇA.
CARINHOSAMENTE,
SANDRA

Vera Pinheiro disse...

"Que possamos respirar o infinito". É preciso dizer mais? Parabéns pela sensibilidade, Barone!

BAR DO BARDO disse...

AMÉM!

Adriana Godoy disse...

Amém! Bj

Flá Perez (BláBlá) disse...

Amém também!

bjbjbj

L. Rafael Nolli disse...

Muito bom. "Que nos permitam"!

Daisy Melo disse...

Lindo! lindo!
beijos