domingo, 25 de abril de 2010

Calmaria

Toda essa vontade viciante
Que não espera
amanhecer

É tudo indício,
é quase um gesto,

Um jeito da
vida dizer

Que daqui pra frente vai ser eu e você
E todo esse caos rubro que anuncia -
Trânsito, ponte, Sé e Barra Funda -
Não é maior que meu desejo de calmaria
Noite e dia, noite e dia

Nada melhor do que acordar
E poder te dizer bom dia.

5 comentários:

L. Rafael Nolli disse...

É um belo poema, Leo. Singelo, tem uma sugestão rítmica bem bacana! Uma única observação: muito colorido... Mas isso não estraga o poema. Valeu.

Renata de Aragão Lopes disse...

O amor em rotina.

Nada monótona,
se vier assim:
ALEGRE, COLORIDA! : )

Beijo,
doce de lira

Lírica disse...

Que fofo, Leo...

Joe_Brazuca disse...

eu juntei as cores iguais, mania minha, meio "toc", coisa e tal...rsrs

deu coisa boa !...exprimenta...

muito bom, poeta !...o trânsito valerá a pena...rs

Pedro Xudré disse...

Muito bom meu amigo Leo, cores presentes da/na vida. Curti da velocidade que as cores impõe. Muito bom. Parabéns!