segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Volúpia Lírico-Infernal

Meu talento é a morte
lenta e fria
Sabor de sangue e química
Na noite que vira dia

Aquele beijo "por esporte"
promiscuidade dançante
entre frases desordenadas

Rock'n roll e fumaça na cuca!
Sativam efeitos psicotrópicos
transformando tesão em morte

O meu talento...
qual suicídio envolto
A solidão e seu veneno

Naquele conhaque vagabundo
com uma vagabunda nos braços
o antídoto raia, pleno:

Luz!!
Refletância maldita
No espelho ardem demônios

e seus talentos
dentre eles, ( de novo)a morte...
Impressa em minha pele encardida

Tragicômico fato acontecendo
- onde está a merda do freio ?!!!
Efêmera és tu, irônica Vida!

7 comentários:

sidnei olívio disse...

Infernal, Tomaz. Um poema que atinge fundo. Abraço.

BAR DO BARDO disse...

sempre o saber e o sabor acridoce(sss)

grande tomaz

yeah!

TON disse...

Beat!

Adriana Godoy disse...

Muito rock and roll, Tomaz, gostei dessa viagem sua ao inferno e paraíso. Muito bom poema. Beijo.

L. Rafael Nolli disse...

Eita, poema muito bom esse!

Felipe Marques disse...

Poema infernal de um talento lírico!

Muito bom!

Barone disse...

Ô meu velho... bukowski e ginsberg rondando.