quarta-feira, 22 de julho de 2009

Um dedo na boca, um olho no mar e o doce de morango sujando o verde da poltrona.

3 crianças, seus avós e um jardim bem cuidado.

17 anos de natação, 19 medalhas e apenas o não do maiô azul registrado.

Melhores amigas, sorrisos, santos, espirítos, recados e recortes de jornal.

Assim é a vida:
costurada e pendurada com mil alfinetes em meu mural.

Lúcia Gorini

6 comentários:

Bia disse...

Oi flor!
Estou aqui para divulgar meu bazar, o Estilo Bazar, sou nova aqui nos blogs.
Dá uma passadinha lá para ajudar e dar uma olhadinha (vai que você se interessa por algo, né?).
ah, e ainda tenho muuuitas coisas para postar, então as atualizações serão bem frequentes ;)
se puder linkar, me avise para eu poder retribuir!
beijão e muito obrigada!
(se já te mandei esse comentário, por favor me desculpe)

http://estilo-bazar.blogspot.com/

arash gitzcam disse...

E é tudo ficção?

Renata de Aragão Lopes disse...

Sim, Lúcia.
Fragmentos expostos da vida.
Um beijo.

BAR DO BARDO disse...

O seu poema é como uma instalação.

ADOREI!


Que sensibilidade!...

Parabéns, Lúcia Luz!

- Henrique Pimenta

Adriana Godoy disse...

cenas cotidianas transformadas em poesia. muito bom. gostei.

Victor Meira disse...

Um bom mural. Dá pra ver a meninoca e a moça nele, e um bocado de tralha compondo sua identidade.

Nossa identidade sempre é um bocado de tralha, né?

Texto legal, Lúcia.
Beijó.