domingo, 10 de maio de 2009

Non-sens

Não me surpreende
que a alma tenha deixado o meu corpo.
Surpreende-me, sim,
a insistência de permanecer existindo.

12 comentários:

BAR DO BARDO disse...

o que me surpreende é que ainda precisemos de alma para que o corpo viva...

Elaine Siderlí disse...

E a insitência em permanecer existindo é a surpresa do continuar evoluindo.

Cosmunicando disse...

profundamente belo.
bjos

Audemir Leuzinger disse...

Lindo.

L. Rafael Nolli disse...

Um poema belo, metafísico! Muito bom, Adriana!

Felipe da Costa Marques disse...

poesia viva
de beleza pura
intenso
saudável

parabéns

Compulsão Diária disse...

Metafísica minimalista e bem humorada. E con sens(o)

Salve ela!

Gostei muito

Tenório disse...

Gostei muito! Demais!

Renata de Aragão Lopes disse...

Como pode tão pouco dizer tanto?
Completo, Adriana!

Benny Franklin disse...

Amei, Adriana! O poema é muito bom!

mariagomes disse...

Bravo, Adriana!


ps- tenho minhas leituras em atraso, estive ausente, as minhas desculpas a todos.

mariagomes disse...

Bravo, Adriana!


ps- tenho minhas leituras em atraso, estive ausente, as minhas desculpas a todos.