quinta-feira, 28 de maio de 2009

Noda, Poda e Fonemas


A rã, plocotof, pulou na tela

para sapear a sapiência e coaxa:

“Música para os olhos”

*

As palavras têm sexo.

Amam-se umas às outras?

O amor tem que ser reiventado.

**

Chego ao fim dos tempos.

Os homens acabaram e

ainda sonham com a vida!

***




12 comentários:

Joe_Brazuca disse...

Apocalíptico !

a rã de irradiação verde-grama ou "gama ray" de ecran fosfórico radioativo ?

ou homem evaporou e ainda gama !

gamei !

BAR DO BARDO disse...

3 trabalhos dignos de nota

10

10 para cada um

já está com 30

vê se não exagera

Bea - Compulsão Diária disse...

Bacana! Rã com amor tempo e sonho.
E saiu poema. Poemas, digo, depois de ler o elogio do Pimenta. Sei lá, mil coisas plocotof;)))

Adriana Godoy disse...

Gostei de seus saltos, os três. Bravo, Felipe.

Vicente Roskopt disse...

muito bom mesmo!

osedutorfarsolas.blogspot.com

sidnei olívio disse...

e o poema se extrai de onde nem se imagina!
Grande, Felipe!

FC disse...

Gosto dum poema que me faça sentir que penso, aí está: – Plocotof!

Cadinho RoCo disse...

Palavras mães, filhas, pais, filhos, palavras orfãs, amadas, odiadas, palavras nas palavras escondidas por outras palavras. Tão lindo testemunhar o reproduzir das palavras!
Cadinho RoCo

casa da poesia disse...

plokopof!!!...

"Negema wangu binti"

Marcelo Cândido disse...

então um texto é uma grande orgia de palavras e letras
sexo literal!!
abraços!

Fabiano disse...

quando os homens acabarem será o começo dos tempos...

Tomaz disse...

Adorei a trilogia, grande vascaino...
Plocotof ! O amor reinventado pelos que ainda sonham com a vida.

Um abraço.