terça-feira, 14 de abril de 2009

Poema Oco



A não inspiração do respiro


Expira a nau poética


Formato aleatório


Com palavras em métrica


Atira alma trovadora


Em sua pouca munição


Sem inimigo ou estratégia


Flertando o nada


Verborragia linear


Espelhando o coração

7 comentários:

Adriana Godoy disse...

"A não inspiração do respiro
Expira a nau poética"

Não sei se entendi, mas gostei dos versos. Beijo, Tomaz.

Compulsão Diária disse...

Tomaz, passou raspando! Acertou o alvo. às vezes meu coração verborrágico flerta com o nada e eu nem respiro. Atiro :=))

Felipe da Costa Marques disse...

à incógnita esperança...

Bravo!

sidnei olívio disse...

Gostei muito dessa dualidade: a antítese que precede o verso.

Tomaz disse...

Grato pelos comentários...
Uma saudação a todos!

É um grande prazer blogar por aqui.

Barone disse...

Boa Tomaz.

Joe_Brazuca disse...

os espaços



arejaram



a poética



muito bom !