segunda-feira, 9 de março de 2009

ANZOL


Meu pai não teve filho.

Meu pai aos quatro anos não teve mais pai.

Meu filho de quatro anos senta a seu lado.

Eles pescam a companhia que faltava.

foto: Débora Tavares

13 comentários:

rogerio santos disse...

Adorável !!!

Muito gostoso esse texto cheio de conteúdo...

Hercília Fernandes disse...

Belo e intenso.
Muitos leitores se reconhecerão em suas palavras, Débora.

Forte abraço,
H.F.

Adriana disse...

Lindo!

Benny Franklin disse...

Grande poema; grande reflexao!
Bjs

Renata disse...

Você retratou,
em imagem e verso,
um momento mágico...

Encantador, Débora!

Barone disse...

Muito bom Débora.

Victor Meira disse...

E o quebra-cabeça remonta a complitude da alma.

Bacana, Débora.

Compulsão Diária disse...

Lindeza de cena. Espetáculo de visão.
O ganho de um lugar no futuro que faz brilhar o passado.
Grande poema

Assis de Mello disse...

Poesia em estado puro.
Comentar ? Pra que ?
Parabéns, Débora

Débora Tavares disse...

Meu futuro primeiro livro vai tomando forma pela lente de vocês.
Muito obrigada.
beijo e carinho.

mariagomes disse...

belo!
os meus parabéns.

maria

Tião Martins disse...

Muito bom. Fisgou.
E parabéns.

Anônimo disse...

Poesia sem restos. Tudo no lugar. Isto é poesia. Não carece de mais palavras só pra ficar demais.