terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mosaico

Mosaico Agora... quando as horas se avolumam e as pessoas fumam junto ao quadro da sala, respiro o que a vida exala nos dias de primavera. Feito erva que se macera para o banho de limpeza, com toda a destreza me decomponho. E ante ao futuro medonho, junto cores em mosaicos como se fossem meus “cacos” de sonhos, brisas e espinhos. Cristais com vinhos... Aromas de amores: Seios, nucas e flores. Num trago manso ainda me alcanço no brinde à vida. Minha taça erguida reflete a sede de minha boca de sal... O silêncio é o sinal de que na noite a esmo já não sou mais o mesmo.

Um comentário:

Rafael O Observador disse...

Gostei :p

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