domingo, 27 de maio de 2012

esse poema começa quando outro terminar de contar sobre si mesmo

há na areia esse espanto,
fixar-se no transitar.
no entanto, quebro pedras.

3 comentários:

Antônio José dos Anjos disse...

Lindo Poema!
Bem sensível, curto, direto...
Compartilharei seu blog com familiares e amigos. Venha ver os meus poemas também.
poemas-historias-poesias.blogspot.com.br
Obrigado.

LauraAlberto disse...

a areia que vira pedra

beijo

O Profeta disse...

Um sótão cheio de lembranças
Escrevi no pó palavras sem nexo
Retirei uma cartola de uma caixa de cartão
E senti ao toque o poder da ilusão

Ilusões…
Um cavalo de pau perdido ao carrocel
Uma estola de um bicho qualquer
Uma escultura talhada a cisel

Uma foto a preto e branco
De uma mulher sem rosto
Uma janela virada para nenhum lado
Uma traquitana a imitar o sol-posto

Terno abraço