domingo, 16 de janeiro de 2011

Vulcão

Semântica densa

Em síntese: Sangue seco

Raiva íntegra, vingança!

Alicerces da violência


Labial leitura da imposição...

Negar, infame verbo!

Leis, invisível prisão

Engolir a seco ? Me nego!


Não há ordem sem veto

Armado, o ditador metralha!!

Frio e sem hesitação...


O que é a mente sem pensamento?

Desatar verdades é progresso, ciência

Liberdade de expressão!


Cuspo fogo contra a máquina

nas entrelinhas da revolução


Rajadas ecoam, simples palavras

Sem arma alguma em minhas mãos

3 comentários:

Kiro Menezes disse...

Nossa... qta força aqui consta!!!

Por tua irreverencia e coragem, meus sinceros PARABENS!!!

BAR DO BARDO disse...

Bel
líco!

Uau!!!

Pedro Allyrio Mello Filho disse...

Acompanho o blog a muito pouco tempo, e me deparo com um poeta tão maduro assim, é surpreendente.
parabéns, gostei muito!
abraço