terça-feira, 25 de maio de 2010

Talvez

Talvez você nem saiba
Que quando você passa
A rua inteirinha se faz acordar
A rua inteirinha te anuncia

Talvez você se esqueça
Que caso eu mereça
A vila inteirinha vai conspirar
A vila inteirinha te assedia

Talvez você me entenda
Quando eu criar a cena
Que a cidade inteirinha vai elogiar
Que a cidade inteirinha me veja

Construí uma avenida
Com palavras e aquarela
Coloquei seu nome nela
E fechei com fino estar

Usei cubismo em duotone
Com paletas de egoísmo
Foi aquém do que eu preciso
Pra só eu te ver passar.

6 comentários:

Leo Curcino disse...

pra você, pp. ;)

Lih disse...

lindo meu. :*

Edu disse...

Mto bom cara!

Mauro Castro disse...

Precisava conhecer essa mulher...
Há braços!!

Pedro Xudré disse...

Compactuo do desejo do Mauro e vou além, todos nós precisamos conhecer essa mulher, que nos deixa à beira do abismo da dúvida, mas nos leva à alturas que podemos contemplar por toda a vida. Bravo.

Joe_Brazuca disse...

massa, Leo !...muito massa !