sábado, 12 de setembro de 2009

Ah...as padrarias que eu não conheço, o incenso que não cheirei, as vertentes que não verti , os universos que não sou, toda a saudade de tudo que não sei , saberei, intuirei verei, cheirarei, tocarei, gozarei, beijarei, o sangue que não escorrerá, as armas sem disparo, as flores desconhecidas, as cidades destruídas, os arranha-céus flutuantes do futuro, os pré-históricos, os dinossauros, os andróides, os cometas os quais não permitiram meu laço no seu rastro, permitam fundir-me com vocês de um só trago!
Roda do eterno, pobre de mim.

4 comentários:

Beth Cruz disse...

Fiquei apaixonada e sem vontade de ir embora. Muita gente competente em um só lugar.
Aqui nunca será preciso ser dito volte sempre! Saio com vontade de voltar.
Beijos e felicidades a todos que contribuem com esse espaço.
Parabéns!

"Olhos de Folha Minha" disse...

SERGIO
REFLEXÃO DA REALIDADE FUNDINDO-SE COM O REMOTO
E O FUTURO , UM ALARME, JÁ UM DISPARO!

BARBARO CINTIA THOME

O Outro Olhar. disse...

Olá, passei para conhecer seu Blog, adorei!

Também faço poesias, pois nelas despredo-me do mundo.

Parabéns.
Ah, visita meu Blog tá?
E fique amigo.
Leto

samuca santos disse...

caramba!
um dia ainda escrevo assim...