sábado, 6 de agosto de 2011

Blues de sábado

Deixemos assim
Entregue a um sábado qualquer
Eu lhe ligo de um balcão de bar
Onde deito o poema no granito

Arredo uma poltrona à altura
De dois pares de olhos aquários
Querendo partir os vidros

8 comentários:

BAR DO BARDO disse...

Cenas breves que se arremetem ao infinito.

Gostei, man!

João Luis Calliari Poesias disse...

Essa é a ideia, rumo a ele.Obrigado, Henrique!

Graça Graúna disse...

Gosto das imagens inusitadaes que você nos brinda em sua poesia. E viva o blues! Bjos.

João Luis Calliari Poesias disse...

Graça, um brinde à sua leitura, em um país de não leitores.Sim, vivas à Poesia, ao blues, ao samba....Obrigado!

Tomaz disse...

Põe um Robert Johnson ao fundo e já era... show !

João Luis Calliari Poesias disse...

Farei...Obrigado, Tomaz!

marcos disse...

imagens... que imagens! Maravilha de versos, sr. João.

abraço

João Luis Calliari Poesias disse...

Obrigado, Marcos...e pelo sr. também. Ele não é necessário.