quarta-feira, 6 de julho de 2011

Velocidade da flor

Leve como a pluma
Gestos de bailarina
Aquece-se a atleta matutina

Moldada mulher
No ventre da densa neblina

Revelada a obra prima
Em carne e osso esculpida
Traspassa o ar a rosa tatuada
A correr, mais veloz do que a vida

E, do chão que ela pisa
Brotam versos de preciosa rima
Onde poetas bebem vocábulos
Como água de fonte cristalina

4 comentários:

Graça Graúna disse...

Parabens pela leveza da rosa tatuada em seu poema.Abraços.

João Luis Calliari Poesias disse...

Graça, você a sentiu..Obrigado!

Henrique Pimenta disse...

Adorável ritmo e o mais e o mais...

Gostei!

João Luis Calliari Poesias disse...

Henrique, o ritmo e "o mais" seguiram, "quase" à risca, a musatleta...Você gostou, eu me alegro, abraço!