segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ostras

Adormece-se mar

Quando dei por mim, estava você

A gente verte

Pra que nome, se tem seu cabelo

Desperta-me lua cheia

Sigo, apenas, e sei que tropeço coração

Sai fumaça da Maria

Eubarco Vocêonda


Tão, mas tão, que dispensa o resto

Dois pares de asas pra um par

O dia é uma atriz no palco do teatro

Violino Vivaldi

Não, não se encontra em casa, a concha abriu e ela saiu


JLCalliari

3 comentários:

Kiro Menezes disse...

Num poeta, devaneio é primazia!

Encantei-me de tua poesia...

Nova fã de teu escrever.

Jessiely Soares disse...

é lindo, lindo, liiiindo!

Paty Lopes disse...

hum...
sente-se o vai e vem do meio do aceano, isso eh a paixão, não eh memso?!